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	<title>Luís Fonseca - Net de Bolso &#187; Internet</title>
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	<description>Blog Pessoal do Luís Fonseca onde se fala de tudo, do google aos gadgets, da tecnologia à internet e muito mais</description>
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		<title>E se um dia, alguém pudesse prever o futuro?</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 22:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Se alguém pudesse prever o futuro, teria certamente uma das armas mais poderosas do universo. Não que a previsão em si fosse uma arma, mas o que se poderia fazer com o conhecimento do futuro, teria consequências imprevisíveis para a humanidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E se um dia, alguém pudesse prever o futuro?</p>
<p><strong>Se alguém pudesse prever o futuro</strong>, teria certamente uma das armas mais poderosas do universo. Não que a previsão em si fosse uma arma, mas o que se poderia fazer com o conhecimento do futuro, teria consequências imprevisíveis para a humanidade.</p>
<p>Quem é que não se recorda de Marty McFly (<strong>Michael J. Fox</strong>) ao volante do mítico <strong>DeLorean</strong>, uma máquina do tempo construída pelo Doctor Emmett Brown, no filme <strong><a title="Filme Regresso ao Futuro (Back to the Future)" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.imdb.com');" href="http://www.imdb.com/title/tt0088763/" target="_blank"><em>Regresso ao Futuro</em></a> (<em>Back to the Future</em>)</strong>?</p>
<p><img class="alignleft" title="Back to the Future / Regresso ao Futuro" src="http://www.nbcuniversalstore.com/img/product/resized/00082093-847450_275.jpg?k=a8b2a8f3&amp;pid=82093&amp;s=catl" alt="" width="275" height="275" /></p>
<p>Primeiro com uma viajem ao passado, onde se cruza com os seus pais, depois uma viagem ao futuro para tentar resolver algumas situações que levariam ao desaparecimento do apelido McFly, e  Marty compra um Almanaque Desportivo com o objectivo de fazer apostas nos resultados constantes daquele almanaque, quando voltasse ao ano 1985.  Estávamos em 1985!</p>
<p>Qualquer uma das sequelas destas viagens acabaram por se revelar desastrosas, pois quando Marty regressou ao passado, quase que comprometeu a sua existência, e ao visitar o futuro, viu-se obrigado a fazer inúmeras viagens para conseguir remediar as situação causadas pelas viagens no tempo.</p>
<p>Neste caso, o Google, permite-nos estas “viagens”, mas sem as complicações do filme.</p>
<p>Para quem ainda não se apercebeu, é do<strong> <a title="Conheça o Google Insights for Search" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.google.com');" href="http://www.google.com/insights/search/?hl=pt-PT#" target="_blank">Google Insights for Search</a></strong> que estou a falar.<span id="more-1"></span></p>
<p>Com um conceito próximo do filme Regresso ao futuro, o Google Insights for Search permite-nos “viajar” ao futuro, baseando-se no conhecimento passado e assim, traçarmos tendências de utilização futuras.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/siD8uTIP5CQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="364" src="http://www.youtube.com/v/siD8uTIP5CQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Complicado? Nem por isso.</p>
<p>Obviamente não é uma ciência exacta, mas é sem dúvida uma grande ajuda quando estamos a delinear uma estratégia, já que, nos permite perceber as tendências do mercado.</p>
<p><strong><a title="Ver exemplo do Google Insights for Search" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.google.com');" href="http://www.google.com/support/insights//bin/answer.py?answer=96693&amp;&amp;hl=br" target="_blank">Vejam aqui um exemplo do Google</a></strong>. Neste caso, este exemplo poderia ajudar na tomada de decisão de um fabricante de automóveis, ou seja, no momento da construção de um novo veículo ou mesmo depois de construído, quando este o quisesse comunicar, poderia perceber que características deveria realçar, baseando-se numa fonte que podemos considerar a mais fidedigna, afinal tratam-se das preferências dos próprios consumidores reveladas através das pesquisas feitas na Internet (Google).</p>
<p>Experimentem vocês mesmo com o vosso negócio e digam-me como correu.</p>
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		<title>Panasonic Lumix DMC TZ6</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 15:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorei algum tempo até que me decidi e optei pela Panasonic Lumix DMC TZ6. Ainda oscilei entre a TZ6 e a TZ7, mas o meu amigo Browserd, acabou por me esclarecer todas as dúvidas, acabando por optar pela mais barata :) .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos que andava para comprar uma máquina digital compacta. A única coisa que tinha certa era a marca, <strong><a title="Veja o site da Panasonic aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.panasonic.com');" href="http://www.panasonic.com/" target="_blank">Panasonic</a></strong>.</p>
<p>Não é que eu seja uma pessoa “vidrada” por marcas, mas uma amiga tinha comprado uma por um preço que rondava os € 100 e a qualidade das fotografias era belíssima. Mesmo tirando fotos em ambientes escuros os resultados eram sempre excelentes. Além do mais, sempre tem umas lentes Leica e isso sim, fará toda a diferença.</p>
<p>Demorei algum tempo até que me decidi e optei pela <strong><a title="Conhe;a as caracteristicas da Panasonic Lumix DMC TZ6 ou ZS1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/panasonic.net');" href="http://panasonic.net/avc/lumix/compact/zs1_tz6/index.html" target="_blank">Panasonic Lumix DMC TZ6</a></strong>. Ainda oscilei entre a <strong><a title="Compare aqui a TZ6 e a TZ7" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/panasonic.net');" href="http://panasonic.net/avc/lumix/compact/popup/compare_products/index.html" target="_blank">TZ6 e a TZ7</a></strong>, mas o meu amigo <a title="Visite o Browserd aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.browserd.com');" href="http://www.browserd.com" target="_blank"><strong>Browserd</strong></a>, acabou por me esclarecer todas as dúvidas, acabando por optar pela mais barata <img class="wp-smiley" src="http://luisfonseca.com.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /> .</p>
<p>Não quero com isto dizer que traí as Reflex. Sempre fui um adepto das máquinas reflex, e ainda tenho a minha velha <a title="Visite a Canon aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.canon.pt');" href="http://www.canon.pt/" target="_blank"><strong>Canon EOS388</strong></a> ao serviço. Estas máquinas têm uma capacidade de ajuste a cada momento que dificilmente se consegue encontrar numa máquina compacta. Seja através da mudança de lente, seja o ajustar da velocidade, da abertura do diafragma, há sempre espaço para um ajuste, no entanto, exigem um orçamento maior<span id="more-14"></span></p>
<p>Voltando à <strong>Panasonic TZ6</strong>, a ideia era comprar uma máquina compacta que pudesse andar no bolso, mas que tirasse umas fotos de qualidade, com vista a substituir a minha <a title="Conheca a Nikon Coolpix S200 aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.nikonusa.com');" href="http://www.nikonusa.com/Find-Your-Nikon/Product-Archive/Digital-Camera/25561/COOLPIX-S200.html" target="_blank"><strong>Nikon Coolpix S200</strong></a>, pois embora seja uma máquina fantástica, ultra portátil, robusta, etc., as fotografias de interior ou com pouca luz ou mesmo as fotos de crianças irrequietas deixam algo a desejar. Por vezes no visor pareciam óptimas, mas no computador notavam-se todas as imperfeições.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 389px;"><a title="Panasonic-Lumix-DMC-TZ6" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.flickr.com');" href="http://www.flickr.com/photos/luis-fonseca/3884898515/" target="_blank"><img title="Panasonic-Lumix-DMC-TZ6" src="http://farm4.static.flickr.com/3511/3884898515_443b54a909.jpg" alt="Perfil da DMC TZ6" width="379" height="285" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Perfil da DMC TZ6</p>
</div>
<p>Esta <strong>Panasonic</strong>, com um corpo um pouco mais volumoso e pesado que a <strong>Nikon</strong>, não deixa de ser igualmente portátil. Como bónus, tira excelentes fotografias e continua a ser uma máquina de conceito <em>Point and shoot</em>, o meu preferido.</p>
<p>Com uma lente grande angular de 25 mm, permite apanhar uma área tão abrangente nas fotografias e com um zoom de 12X (equivalente a uma lente 25-300mm), quase que diria que se trata de uma Compacta Reflex. É uma lente excelente, tanto conseguimos apanhar tudo o que queremos na mesma foto, sem perder nada, como conseguimos aproximar o que for preciso de maneira a ficar visível na foto.</p>
<p>A <strong>Lumix TZ6</strong>, conta com 10.1 MP, uma medição de luz múltipla inteligente e uma velocidade de obturação que vai até aos 2000 segundos.</p>
<p>Tem também uma abertura entre F3.3 a 4.9, uma bateria que permite tirar até 320 fotografias (Standard CIPA) e conta ainda com uma memória interna de 40 MB.</p>
<p>As fotografias de interior ou com pouca luz são fabulosas, por vezes ficam até melhor sem flash do que o contrário. Tem também um modo que dá um ar de foto tipo <a title="Saiba mais sobre The Blair Witch Project aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/pt.wikipedia.org');" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Blair_Witch_Project" target="_blank"><strong>The Blair Witch Project </strong></a>(<em>pinhole</em>), bastante interessante.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 377px;"><a title="The Blair Witch Project (pinhole)" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.flickr.com');" href="http://www.flickr.com/photos/luis-fonseca/3884700947/" target="_blank"><img title="pinhole" src="http://farm3.static.flickr.com/2657/3884700947_c8dd6d8ebc.jpg" alt="The Blair Witch Project (pinhole)" width="367" height="206" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">The Blair Witch Project (pinhole)</p>
</div>
<p>Embora só tenha a máquina há pouco mais de uma semana, penso que encontrei já um primeiro ponto negativo na <strong>DMC-TZ6</strong>. O tempo entre o momento em que carregamos no botão para tirar a foto e o momento em que a foto é efectivamente tirada, parece-me excessivo e poderá fazer com que seja perdido o momento. Esta é  uma opinião ainda pouco sustentada pois foram poucas as fotos que tirei, por isso, resta nos aguardar pela próximas fotos para atestar se isto é verdade ou não.</p>
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		<title>Google vs Yahoo vs Microsoft</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/google-vs-yahoo-vs-microsoft/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 20:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já no final do Ano passado tinha feito um artigo com o título “<strong><a title="Leia aqui o artigo E depois do Google?" href="http://luisfonseca.com.pt/e-depois-do-google/" target="_blank">E depois do Google?</a></strong>”</p>
<p>É certo que este artigo foi feito numa perspectiva actual, em que todos utilizam o Google para tudo e também, porque este motor de novas funcionalidades e tecnologias web, camuflado de motor de pesquisa, tem sabido acompanhar e ajustar-se à realidade da web. Não obstante, mais cedo ou mais tarde, a web vai evoluir para outro caminho, ou talvez não e a minha questão era precisamente essa, o que será o futuro da Internet.</p>
<p>Pois bem, continuo a não ter uma resposta, no entanto, algo está a mudar. Finalmente a Microsoft (<strong><a title="Veja a noticia em Publico.pt" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/ultimahora.publico.clix.pt');" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396152&amp;idCanal=4870" target="_blank">agora proíbida de vender o famoso WORD  com a tecnologia XML</a></strong>) chegou a uma plataforma de entendimento com a <strong><a title="Visite o Yahoo aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.yahoo.com');" href="http://www.yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a></strong>, com vista a lutarem pelo mercado publicitário nos motores de pesquisa dominados pela Google.</p>
<p>A esta plataforma de entendimento,  não será alheio o novo motor de pesquisa <strong><a title="Experimente aqui o novo motor de pesquisa da Microsoft - BING" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bing.com');" href="http://www.bing.com/" target="_blank">BING</a></strong> da Microsoft.</p>
<p>Portanto, desta guerra, sairá certamente um novo rumo para a internet, pelo que, resta-nos esperar e ver.</p>
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		</item>
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		<title>LandingPage e a Gestão de expectivativas</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/landingpage-e-a-gestao-de-expectivativas/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 11:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não sabe, uma landing page, traduzindo à letra, é uma página de aterragem, isto é, do ponto de vista prático de quem anuncia na Internet, é a página para onde são direccionados os utilizadores que carregam nos banners ou links patrocinados/ Adwords (Ex. se a vossa publicidade encaminha os utilizadores para a Homepage/Página Principal do vosso site, então essa é a vossa landingpage).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta questão das “<strong>LandingPages</strong>” não é nova, aliás, se fizerem uma pesquisa pela net, encontrarão inúmeros sites a falar deste tema, porém, na minha opinião, é um tema mais actual do que nunca.</p>
<p>Para quem não sabe, uma <strong><a title="Veja aqui a definição para Landing Page" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Landing_page" target="_blank"><em>landing page</em></a></strong>, traduzindo à letra, é uma página de aterragem, isto é, do ponto de vista prático de quem anuncia na Internet, é a página para onde são direccionados os utilizadores que carregam nos <strong><a title="Conheça a definição de banner aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Banner" target="_blank"><em>banners </em></a></strong>ou <strong><a title="Conheça os Links Patrocinados do Google" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.google.com');" href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=adwords&amp;cd=PT&amp;hl=pt-PT&amp;ltmpl=adwords&amp;passive=true&amp;ifr=false&amp;alwf=true&amp;continue=https%3A%2F%2Fadwords.google.pt%2Fselect%2Fgaiaauth%3Fapt%3DNone%26ugl%3Dtrue" target="_blank"><em>links </em>patrocinados/ Adwords</a></strong> (Ex. se a vossa publicidade encaminha os utilizadores para a <em>Homepage</em>/Página Principal do vosso site, então essa é a vossa <em>landingpage</em>).</p>
<p>É aqui que começa a gestão de expectativas, ou seja, quem carrega nos vossos <em>banners </em>ou <em>links </em>patrocinados, o que espera encontrar?</p>
<p>Será que quando fazem um <em>banner</em>, o utilizador espera ir parar à vossa <em>homepage </em>e aí ter de procurar informação acerca do que o levou a carregar na publicidade?</p>
<p>O utilizador espera encontrar uma página com uma explicação acerca da mensagem publicitária?</p>
<p>Ou até mesmo entrar directamente numa página do processo de compra no vosso site?</p>
<p>Na minha opinião, penso que a página deverá estar o mais relacionada com o conteúdo do anúncio, de preferência deverá ser uma página sem o “esqueleto” do site, isto é, sem os menús e outras informações que possam distraír a atenção dos utilizadores.</p>
<p>Mas também aqui, entram “novas” dúvidas. Esta página deve conter muita informação acerca do vosso produto ou deverá, em poucas linhas, descrever apenas as características principais, e como complemento, conter alguns links para informação mais aprofundada?</p>
<p>Tal como referi no início deste artigo, embora seja um tema amplamente debatido, não é um tema estanque, já que, com a evolução da Internet e consequentemente do comércio electrónico, estas páginas deverão estar em constante evolução no seu conceito.</p>
<p>E tu, já tens uma landing page?</p>
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		<title>Practitioner Web Analytics 2009 em Lisboa, com Avinash Kaushik</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/practitioner-web-analytics-2009-em-lisboa-com-avinash-kaushik/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 16:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Promovido pela Work Value, em conjunto com a consultora espanhola Alt64 realizou-se hoje Practitioner Web Analytics 2009, pela primeira vez em Portugal – Lisboa.

O seminário foi aberto pelo André Zeferino da Work Value que explicou os objectivos do seminário e falou da Web Analytics em Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Promovido pela <strong><a title="Conheça a Work Value" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.workvalue.net');" href="http://www.workvalue.net/index.php" target="_blank">Work Value</a></strong>, em conjunto com a consultora espanhola <a title="Conhea a Alt64" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.alt64.com');" href="http://www.alt64.com/index.php" target="_blank"><strong>Alt64</strong></a> realizou-se hoje <a title="Veja aqui, o que é o Practitioner Web Analytics" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.practitionerwa.com');" href="http://www.practitionerwa.com/lisboa/index.php" target="_blank"><strong>Practitioner Web Analytics 2009</strong>,</a> pela primeira vez em Portugal – Lisboa.</p>
<p>O seminário foi aberto pelo <strong><a title="Veja quem é o André Zeferino" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.linkedin.com');" href="http://www.linkedin.com/pub/andre-zeferino/4/2a9/9b6" target="_blank">André Zeferino</a></strong> da Work Value que explicou os objectivos do seminário e falou da Web Analytics em Portugal.</p>
<p>De seguida tivemos <strong><a title="Conheça o Avinash Kaushik aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.kaushik.net');" href="http://www.kaushik.net/avinash/about" target="_blank">Avinash Kaushik</a></strong> , que falou numa perspectiva de Web Analytics 2.o. Na sua apresentação  destacou algumas ferramentas disponíveis e chamou a atenção para os aspectos mais importantes a ter em conta nas análises que as ferramentas disponibilizam.</p>
<p>Avinash Kaushik é autor do livro <strong><a title="Veja aqui o site do Livro Web Analytics: one hour a day" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.webanalyticshour.com');" href="http://www.webanalyticshour.com/" target="_blank">Web Analytics: one hour a day</a></strong> e do famoso blog <strong><a title="Conheça o Blog Occam´s Razor do Avinash Kaushik" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.kaushik.net');" href="http://www.kaushik.net/avinash/" target="_blank">Occam´s Razor</a></strong> . Gostei muita da sua apresentação, pois numa linguagem simples e eficaz desmistificou a web analytics.</p>
<p>Depois, tivemos a apresentação de <strong><a title="Conheça o Andrés Flores aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.practitionerwa.com');" href="http://www.practitionerwa.com/lisboa/ponentes/andres_flores.php" target="_blank">Andrés Flores</a></strong>, consultor de Web Analytics, que abordou o tema do ponto de vista das questões fundamentais a ser levadas em conta quando falamos de web analytics.</p>
<p>Da parte da tarde, tivemos o <strong><a title="Carlos Paulo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.practitionerwa.com');" href="http://www.practitionerwa.com/lisboa/ponentes/carlos_paulo.php" target="_blank">Carlos Paulo</a></strong>, da <strong><a title="aceda ao google" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.google.pt');" href="http://www.google.pt" target="_blank">Google</a></strong> Portugal, que nos mostrou diferentes perspectivas a ter em conta na elabora e criação de campanhas web, especialmente do ponto de vista das tendências de pesquisas da Internet.</p>
<p>Voltámos a ter Avinash Kaushik, com “Actionable Web Analytics”, onde realçou as “quick wins” a que devemos estar atentos numas perspectiva de melhorar e optimizar os nosso resultados.</p>
<p>O seminário, acabou com Andrés Flores, que abordou o tema dos KPIs and Business Objectives. Andrés Flores realçou a importância de uma definição objectiva destes temas, sem os quais, dificilmente teremos sucesso na estratégia de WEB Analytics.</p>
<p>Do meu ponto de vista, este seminário correu muito bem, os oradores foram os adequados e deram-nos uma perspectiva e uma dimensão do potencial e a importância da Web Analytics.</p>
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		<item>
		<title>Europe Logs on, estudo sobre as tendências na internet</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/europe-logs-on-estudo-sobre-as-tendencias-na-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Europe Logs On, é este o nome do estudo que a Microsoft lançou em Abril de 2009 acerca da utilização e tendências da Internet.

A previsão deste estudo é que a utilização da Internet ultrapasse a televisão já em Junho de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Europe Logs On</strong>, é este o nome do estudo que a <a title="aceda aqui à Microsoft" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.microsoft.com');" href="http://www.microsoft.com/pt/pt/default.aspx" target="_blank"><strong>Microsoft </strong></a>lançou em Abril de 2009 acerca da utilização e tendências da Internet.</p>
<p>A previsão deste estudo é que a utilização da Internet ultrapasse a televisão já em Junho de 2010.</p>
<p>Não que a televisão vá desaparecer, antes pelo contrário, com a massificação da banda larga, cada vez são mais os utilizadores a utilizar o computador como televisão, vendo não só os conteúdos de banda larga, mas também para ver a TV em directo e programas de TV gravados a partir do computador.</p>
<p>A <strong>Microsoft </strong>prevê ainda que nos próximos 5 anos os conteúdos em formato de video longo e a iptv se vão tornar no padrão de TV.</p>
<p>Por outro lado, destaca que a Internet é ainda um experiência fragmentada, afinal os serviços que utilizamos são ainda fragmentados, veja-se o caso das redes sociais, tais como o <strong><a title="Site Hi5" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.hi5.com');" href="http://www.hi5.com/" target="_blank">Hi5</a></strong>, <strong><a title="aceda aqui ao myspace.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.myspace.com');" href="http://www.myspace.com/" target="_blank">myspace</a></strong>, <strong><a title="veja aqui o site facebook.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.facebook.com');" href="http://www.facebook.com/" target="_blank">facebook</a></strong>, entre outros, onde o utilizador, além de um <a title="Veja aqui o meu artigo Registe-se Aqui" href="http://luisfonseca.com.pt/2008/11/26/registe-se-aqui/" target="_self">Login</a> por cada uma desta redes, tem ainda de gerir as suas imagens, contactos, etc., pelas diferentes redes.</p>
<p>O cenário da publicidade, está e irá ser também bastante afectado por esta mudança. As empresas terão de mudar as suas estratégias de publicidade, deixando o conceito de atingir milhões indiscriminadamente, para partir para um one-to-one.</p>
<p>…”As recentes previsões globais apontam para que o valor bruto das despesas de publicidade caia 0,2% em 2009, mas que o sector da Internet irá continuar com um forte crescimento (+9,5%), tendo em conta que os anunciantes passam as despesas para canais online mais responsáveis, garantindo-lhes a oportunidade de devolver melhores resultados.” …</p>
<p>O estudo conclui também que, em Portugal existem já mais de 4 milhões de utilizadores de Internet, no entanto, somos ainda um dos países com uma menor taxa de penetração de Internet (39,80%).</p>
<p>Está tudo aqui, podem consultar todos o estudo e todas as conclusões <a title="Veja aqui o Estudo Europe Logs on" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.microsoft.com');" href="http://www.microsoft.com/portugal/presspass/press/2009/abr09/04-9EstudoConsumo.mspx" target="_blank">nesta página</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Registe-se aqui!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 04:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet veio trazer a possibilidade de praticar um marketing one to one, e tão importante quanto isso, permite medir os resultados desse marketing.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca se registou num site que atire a primeira pedra!</p>
<p>A Internet veio trazer a possibilidade de praticar um <strong>marketing <span style="font-style: italic;">one to one</span></strong>, e tão importante quanto isso, permite medir os resultados desse marketing.</p>
<p>Neste contexto, todos os sites lhe pedem para se registar (leia-se, para o identificar) com a promessa de lhe apresentar todas as promoções existentes, personalizadas ao seu gosto, etc.</p>
<p>Até aqui, parece-me pacífico, afinal, só se regista quem quiser.</p>
<p>Com isto, cada site tem um registo diferente, fazendo com que o número de registos que cada um tem começa a ter tal volume, que é provável que acabe por se esquecer onde está registado ou mesmo esquecer-se dos dados com que poderá aceder aos registos de cada um desses sites.</p>
<p>Para facilitar a sua vida, pode sempre utilizar os mesmos dados de acesso de registo para registo ou até mesmo, utilizar algum software já existente, onde poderá manter um histórico de todos os registos que tem e os respectivos dados, no entanto, será seguro utilizar este tipo de soluções? Em nome da segurança da informação, registar-se sempre com os mesmos dados não é solução, já que, se alguém apanhar esses dados, é o mesmo que dizer que acede a todos os seus registos. Guardar essa informação num software, também não me parece que seja solução, pois se alguém lhe entra no computador e acede a essa ferramenta, tem ali toda a sua “vida” exposta.</p>
<p>As melhores práticas de segurança dizem que não deve ter os mesmos registos para aceder a diferentes sites – imagine ter dois cartões multibanco com o mesmo código de acesso se alguém entrar num, entra no outro – os dados/códigos de acesso devem ser memorizados, etc.</p>
<p>Vai ter de haver um futuro para este problema que eu ainda não consegui descortinar, mas que vai ter de haver, vai!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Querem matar a internet (11-04-2005)</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/querem-matar-a-internet-11-04-2005/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2005 16:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Passada a “tempestade”, hoje poderemos afirmar que a Internet veio sobretudo beneficiar a chamada “velha economia”, pois se é verdade que algumas empresas vingaram na “nova economia”, estou a lembrar-me da Amazon, Google, etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passados pelo menos 6 anos a massificar a Internet,</p>
<p align="center"><img title="net-de-bolso-web" src="http://netdebolso.files.wordpress.com/2009/03/net-de-bolso-web.jpg" alt="net-de-bolso-web" width="108" height="128" /></p>
<p>é tempo de ser feito um balanço e uma análise da sua evolução.</p>
<p align="justify"><span style="font-size: 78%;">…”assistiu-se no Estados unidos ao <em>boom</em> das chamadas            <em>Dotcom</em> e também ao seu declínio”…</span></p>
<p align="justify">Embora tenha sido anunciada como uma nova forma de  fazer negócios, nos Estados Unidos, por exemplo, assistiu-se ao <em>boom</em> das chamadas <strong> </strong><em><strong>Dotcom</strong>,</em> mas também, na maior parte dos casos, ao seu declínio.</p>
<p align="justify">Passada a “tempestade”, hoje poderemos afirmar que a Internet veio sobretudo beneficiar a chamada “velha economia”, pois se é verdade que algumas empresas vingaram na “nova economia”, estou a lembrar-me da <strong><a title="Veja o Site da Amazon" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.amazon.com');" href="http://www.amazon.com/" target="_blank"><em>Amazon</em></a></strong>, <strong><a title="Visite o site do Google" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.google.pt');" href="http://www.google.pt/" target="_blank"><em>Google</em></a></strong>, etc., na realidade, foram as empresas da velha economia que mais beneficiaram, na medida em que ganharam um novo canal de distribuição que lhes permite chegar a um maior número de consumidores, quebrando as barreiras geográficas e com custos bastante inferior aos canais tradicionais.</p>
<p><span id="more-13"> </span>Ainda assim, uma boa parte das Empresas portuguesas da “velha” economia – lembram-se? aquelas que saíram <img style="border: 0pt none ;" src="http://luisfonseca.com.pt/Documents%20and%20Settings/Luis/Desktop/SITES/Prototipo%20X/Imagens/Net_deadGoogle.jpg" border="0" alt="" />beneficiadas com a Internet – ainda não acordaram para esse beneficio.</p>
<p align="justify">Basta ver o que é veiculado pelos Media, passado mais um natal, onde de tradição só sobressaí o consumo, as compras<img style="border: 0pt none ;" src="http://luisfonseca.com.pt/Documents%20and%20Settings/Luis/Desktop/SITES/Prototipo%20X/Imagens/Net_deadAmazon.jpg" border="0" alt="" /> online até tiveram direito a tempo de antena. Assim, em 2004, mais do que em qualquer outro ano, as vendas online registaram crescimentos de 50%, relativamente a 2003. Não obstante este facto, se pensarmos nas lojas online que conhecemos, rapidamente concluímos que a oferta em Portugal é muito reduzida e o serviço aí prestado é bastante fraco e pouco se salvaguarda o consumidor.</p>
<p align="justify">Do meu ponto de vista, não há nenhum site de referência para compras online em Portugal (refiro-me a um site português), há apenas um conjunto de empresas da velha economia que se dignou a fazer umas páginas, com a imagem da sua empresa e as descarregou na <em>World Wide Web</em> para poder dizer que está lá.</p>
<p>Posso até concordar que o fraco volume de vendas deste canal não seja atractivo e consequentemente, limite os investimentos das empresas nesta área, mas seguramente, sem as empresas tomarem a iniciativa, os Utilizadores/Clientes, dificilmente virão ao seu encontro. É, portanto, necessária uma simbiose para o sucesso do canal.</p>
<table style="border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="58%">
<p align="justify">Os poucos sites existentes, e nem se quer falo do termo “usabilidade”, pois é ainda uma palavra desconhecida, não têm oferta suficiente, isto é, se uma determinada</p>
</td>
<td width="42%">
<p align="center"><img src="http://luisfonseca.com.pt/Documents%20and%20Settings/Luis/Desktop/SITES/Prototipo%20X/Imagens/Net_deadusabilidade.jpg" border="0" alt="" width="150" height="50" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">empresa têm 5 modelos do mesmo produto, na Internet só temos acesso a ver um ou dois. Não temos acesso a outros produtos que a mesma marca terá e que até, eventualmente, estarão disponíveis na loja física dessa empresa. Dos produtos disponíveis, uma grande maioria não tem informação suficiente essencial à compra. Além do mais, na esmagadora maioria dos sites, não há qualquer garantia de stock do produto que pretendemos e muito menos de prazos de entrega, já para não falar nos custos elevados dos portes de envio.</p>
<p align="justify">Nesta época natalícia que passou, foi curioso fazer um comparativo entre sites portugueses e sites estrangeiros que têm a operativa montada para facilmente venderem para Portugal. Posso dizer-vos que foi frustrante ver o anuncio num dos sites portugueses que, encomendas feitas após o dia 21 de Dezembro não tinham qualquer garantia de entrega antes do natal e num desses sites estrangeiros, anunciarem com grande destaque que, encomendas feitas até ao dia 22 de Dezembro, tinham a garantia de entrega até dia 24. Se a isto adicionarmos o facto dos preços nesses sites estrangeiros, serem em muitos casos, 30% a 40% inferiores aos praticados em Portugal, facilmente constatamos que não há concorrência.</p>
<table style="border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32%">
<p align="center"><img src="http://luisfonseca.com.pt/Documents%20and%20Settings/Luis/Desktop/SITES/Prototipo%20X/Imagens/Net_deadUPS.jpg" border="0" alt="" width="100" height="90" /></p>
</td>
<td width="68%">
<p align="justify">Em Portugal as empresas continuam a não apostar neste importante canal de distribuição e isso vê-se não só pelos seus sites, mas também por não praticarem preços diferenciados da loja física para a loja virtual, (a empresa poupa em termos de custos e não passa qualquer dessa vantagem ao cliente), por não se estabelecer uma rede eficaz de entregas (nem portes reduzidos, nem rapidez na entrega).</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p align="justify">
<p>Meus amigos, assim não vamos lá.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">A oportunidade que a Internet veio trazer ao nosso país de se evidenciar e ganhar avanço económico face ao outros países, nós olhamo-la de lado como senão tivesse nada a ver connosco. As empresas estrangeiras ganharam uma oportunidade de entrar no nosso mercado sem sequer terem necessidade de se estabelecerem no país.</p>
<p>É certo que o problema vem de trás. Quando se passa o tempo a discutir uma falsa liberalização das telecomunicações em vez de se discutir a melhor forma de disponibilizar o acesso à Internet, massificando assim os utilizadores e permitir que este motor económico progrida, está tudo dito.</p>
<p>Até posso admitir que, nalguns casos, os investimentos apenas tenham retorno num prazo mais alargado, mas ainda assim, têm de se mentalizar que, mais cedo ou mais tarde, este será o principal canal de negócios, e as empresas estrangeiras já estão aí.</p>
<p align="justify">Ontem (11/04/2005), ouvi a notícia que a União Europeia vai produzir um conjunto de Directivas que incentivam ao uso de Internet de Banda Larga sobre a Rede Eléctrica, já conhecida como <em>POWERLINE que, </em>praticamente, chega a todo o lado, contribuindo assim para um novo incremento na massificação da Internet. Vamos ver quanto tempo leva Portugal a adaptar-se a esta nova realidade …</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Escolher um Écran TFT-LCD (08-04-2005)</title>
		<link>http://luisfonseca.com.pt/escolher-um-ecran-tft-lcd-08-04-2005/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2005 16:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que já tomou a decisão de substituir o seu “velhinho” CRT por um novo e elegante TFT-LCD, importa saber escolher qual o monitor que mais se adequa às suas necessidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um Ecrã TFT-LCD (08-04-2005)</p>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/1.bp.blogspot.com');" href="http://1.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBEOtI4YZI/AAAAAAAAACc/vmwO5ZENrLM/s1600-h/TFT_topo.gif"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 177px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBEOtI4YZI/AAAAAAAAACc/vmwO5ZENrLM/s320/TFT_topo.gif" border="0" alt="" /></a>Agora que já tomou a decisão de substituir o seu “velhinho” <a title="Veja aqui a definição de CRT" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/pt.wikipedia.org');" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CRT" target="_blank">CRT</a> por um novo e elegante <a title="VEja a definição de TFT-LCD" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" href="http://en.wikipedia.org/wiki/TFT_LCD" target="_blank">TFT-LCD</a>, importa saber escolher qual o monitor que mais se adequa às suas necessidades.</p>
<p>Existem no mercado diversas marcas, modelos e dimensões de TFT-LCD e, se à primeira vista, parecem todos iguais, engane-se quem pensa isso. De facto exteriormente serão muito semelhantes, mas pode logo por começar a perceber que há diferenças pelo preço pedido.</p>
<p>Actualmente já encontra monitores de 17” por aproximadamente 250 Euros. Se à partida parece barato, na prática poderá causar-lhe muitas dores de cabeça, podendo mesmo pôr em causa o bom negócio que parecia ter feito. Claro está que esta situação estará sempre associada ao tipo de utilização que faz do seu PC.</p>
<p>O que deve ter levar em conta</p>
<p>Antes demais, é necessário escolher o tamanho do ecrã. Este tamanho é indicado em Polegadas, sendo que a medida é feita na diagonal do monitor. Neste campo há que ter em atenção na informação prestada. Muitas vezes a área indicada contempla também a moldura, que normalmente envolve o monitor. A medida mais baixa no mercado é de 15”, no entanto, é vulgar o tamanho de 17”, no entanto, se puder investir, um monitor de 19” ou mesmo 21”não será demais, embora neste último o preço sofra um agravamento pesado.</p>
<p>Quando tiver tomada a decisão quanto ao tamanho do écran que pretende, é imperativo que consulte as especificações técnicas do monitor, pois aí estará descrito o essencial do monitor, tal como se de um B.I. se tratasse.</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">GLOSSÁRIO</span></p>
<ol>
<li>Ângulo de Visão – Ângulo a partir do qual é possível visualizar a imagem no monitor.</li>
<li>Conexão, pode ser DVI (Digital) ou DB-15 (Analógica)</li>
<li>CRT – Cathode Ray Tube, ou seja, Tubo de Raios Catódicos</li>
<li>Dot-Pitch é o espaçamento entre os pixéis do monitor. Quanto menor for esse espaço, melhor será a qualidade de imagem</li>
<li>Luminosidade não é mais do que a claridade e brilho da imagem. Medido em em nit, 1 Nit=1 CD/m2, logo, quanto maior for, mais clara e brilhante será a imagem</li>
<li>TFT – Thin Film Transistor, nova Matriz Activa dos LCD’s</li>
</ol>
<p>Das várias características a que deverá estar atento (não necessariamente por esta ordem), é o Dot Pitch. Quanto mais baixo for o valor apresentado, melhor. O valor mais frequente é 0,296mm, ver caixa.</p>
<p>Outro factor importante é a luminosidade, que indica precisamente a intensidade da luz no ecrã. O valor é indicado num número “cd/m2” e neste caso, quanto maior for o valor, melhor.</p>
<p>De seguida poderá verificar o Ratio Contraste que mede a intensidade entre os brancos e os pretos. Também aqui poderá verificar intervalos grandes entre diversos monitores, 350:1, 400:1, 500:1, etc. e quanto maior for o número, maior constraste o monitor terá e, consequentemente, uma melhor imagem.</p>
<p>Há que ter ainda atenção à Refresh Rate, que indica a rapidez do “varrimento” do monitor na vertical, isto é, o número de vezes por segundo em que o ecrã poderá mostra uma imagem em todo o monitor e está disponível para mostrar uma nova imagem. Este valor é apresentado em Hz. Por norma, uma taxa de 75 Hz é suficiente.</p>
<p>Por último, mas não menos importante é o Tempo de Resposta. O mais comum são monitores com 25 ms, no entanto, quanto menor for este valor, melhor. Se a utilização que vai dar ao monitor é apenas a de processador de texto, consultar a Internet e pouco mais, os 25ms serão suficientes, mas se a sua utilização já for mais para visualizar videos, jogos e outras aplicações em que existam movimentos rápidos, o ideal será um monitor com um tempo de resposta de 12 ms, evitando assim, um efeito de “fantasma” na imagem (já há monitores no mercado com um valor de 8 ms).</p>
<p>Outros Aspectos</p>
<p>Basicamente, as questões anteriores serão os requisito essenciais que deverá levar em conta mas, não obstante esse facto, poderá ainda ter em atenção outros aspectos que também dependerão do tipo de utilização que for dar ao monitor.</p>
<p>- Ligações<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/2.bp.blogspot.com');" href="http://2.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBHRO9X4BI/AAAAAAAAACk/C2hIrtqre5s/s1600-h/tft_DVI.gif"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 100px; height: 48px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBHRO9X4BI/AAAAAAAAACk/C2hIrtqre5s/s320/tft_DVI.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Muitos dos monitores TFT têm uma entrada “D-Sub”, isto é, de 15 Pinos, equivalente aos cabos dos monitores convencionais (CRT), em vez de terem uma entrada DVI (digital). Isto faz com que haja uma redução da qualidade da imagem, ainda que ligeira.</p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;">Ligação DVI</div>
</div>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/1.bp.blogspot.com');" href="http://1.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBHp-uvCPI/AAAAAAAAACs/2a0Jy3_srHM/s1600-h/tft_DB.gif"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 95px; height: 46px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBHp-uvCPI/AAAAAAAAACs/2a0Jy3_srHM/s320/tft_DB.gif" border="0" alt="" /></a>Na verdade, o computador envia uma imagem digital (caso a placa gráfica suporte, deverá também ter em conta esse factor) que será convertida para analógica (devido à entrada do monitor), sendo depois convertida em imagem digital.</p>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: right;">Ligação Analógica</div>
</div>
<p>Caso o monitor já possua uma entrada DVI e a placa gráfica suporte aquele formato, a imagem será sempre digital, não havendo lugar a conversões e a consequentes perdas de qualidade.<br />
<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/3.bp.blogspot.com');" href="http://3.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBIztVmo3I/AAAAAAAAAC0/tDQcWpnYyT4/s1600-h/tft_dviduplo.gif"><img style="margin: 0pt auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 110px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UMIwe8ah77s/SSBIztVmo3I/AAAAAAAAAC0/tDQcWpnYyT4/s320/tft_dviduplo.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: 85%;">Dependendo do Modelo, a Placa gráfica poderá suportar dois monitores ao mesmo tempo<br />
</span></div>
<p>- Cores</p>
<p>Deverá então observar o número de cores que o monitor suporta. Os melhores monitores terão 16,7 milhões de cores reais, enquanto que outros monitores indicarão 16,2 milhões, estes, na verdade, apenas suportam 262 mil cores reais, ou seja, “recriam” artificialmente as 16,2 milhões de cores.</p>
<p>ATENÇÃO Alguns monitores, mesmo novos poderão apresentar pixéis “mortos”. Os motivos para esse facto poderão ser vários, no entanto, é possível que eles existam. Algumas marcas têm regras estabelecidas no que diz respeito à garantia em casos destes, inclusivé, há já algumas marcas a garantirem “0 Pixels Dead” , pois embora á partida possa não detectar qualquer erro desta natureza, o contrário poderá acontecer, portanto, quando estiver a adquirir um monitor destes, informe-se na loja em que condições poderá reclamar.</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>Face a estas especificações, resta saber que tipo de utilização vai ter o monitor que adquirir, de modo a poder avaliar qual o mais indicado para o seu caso, podendo assim, fazer uma avaliação de custo/benefício de acordo com as questões técnicas deste artigo, pois são estas especificações que, em grande parte, influenciarão o preços destes monitores.</p>
<p>Em baixo está um quadro, que não sendo vinculativo, pretende apenas situar o tipo de utilização nas características técnicas que deverá levar em conta, no entanto, deverá sempre consultar um técnico qualificado a fim de avaliar com maior precisão o seu caso.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;"> Escritório/                                           Filmes,                                     Exclusivamente<br />
Doméstica                                                 Fotos,                                                     Jogos<br />
Jogo</span></div>
<p><span style="font-size: 85%;"> Contraste</span> &gt;250:1               &gt; 500:1               &gt; 600:1<br />
<span style="font-size: 85%;"> Brilho </span>&gt; 250 cd/m2    &gt; 300cd/m2        &gt;300 cd/m2<br />
<span style="font-size: 85%;"> Taxa de Resposta</span> 25 ms                    12 ms            12 ms / 8 ms<br />
<span style="font-size: 85%;"> Cores</span> 16,2 Milhões             16,7 M                16,7 M</p>
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		<title>Concorrência na Internet (Portugal Vs Europa) (21-09-2004)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2004 16:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem dúvida que a Internet veio trazer um novo fôlego ao cenário comercial, tanto ao nível de oportunidades de negócio, como ao nível da concorrência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida que a Internet veio trazer um novo fôlego ao cenário comercial, tanto ao nível de oportunidades de negócio, como ao nível da concorrência.</p>
<p>Se até então, o vulgar consumidor se limitava a comprar um determinado produto na primeira loja a que se dirigia (eventualmente verificaria o preço em mais uma ou duas lojas a fim e <strong>comparar os preços</strong>), no actual cenário da Internet, os consumidores têm a possibilidade de procurar o <strong>preço mais baixo</strong> para o produto que pretende. Basta para isso, perder algumas horas a “navegar”, e tudo sem sair de sua casa.</p>
<p>Além disso, o consumidor actual tem a oportunidade de pesquisar as características do produto que pretende adquirir, comparando depois com outros produtos de maneira a perceber qual o produto que mais se adequa às suas necessidades.</p>
<p>Sem dúvida que a Internet, veio trazer uma nova etapa no relacionamento entre o Consumidor e as empresas. Por isso, podemos traçar o perfil do consumidor actual como um consumidor mais informado e que já não compra na primeira loja onde entra.</p>
<p>No reverso da medalha, a realidade portuguesa diz-nos que não gostamos de comprar online, é um facto, mas utilizamos a Internet para fazer prospecção de mercado, para depois irmos à loja mais barata que encontrámos para adquirirmos o produto que pretendemos.</p>
<p>Esta barreira à compra online, é uma questão de geração  e, certamente é um sentimento que só será alterado com as próximas gerações. Provavelmente os nossos filhos já serão compradores online. É como nós ainda temos o fantasma do escudo, mas os nossos filhos, lembrar-se-ão dessa moeda?</p>
<p>Todas estas incógnitas fazem com que algumas empresas não ponderem a sua presença online, mas nada poderia estar mais errado. O facto de não estarem online, faz com que não só não sejam vistos, que não dêem a conhecer os seus produtos, como também, que não sejam incluídas nos comparativos de preços que atrás referi. Para todos os efeitos, para os internautas, são empresas que não existem</p>
<p>Esta situação será tanto mais complicada consoante mais empresas (europeias e americanas) apostem em ter distribuição dos seus produtos para Portugal. Estas empresas, além de terem um volume de vendas bastante grande, e consequentemente, obtêm economias de escala elevadas que lhes permitem praticar preços mais baixos e certamente não desdenham um mercado como o nosso.</p>
<p>Tal como referi anteriormente, existe uma barreira à compra online em Portugal. Mas a pouco e pouco, haverão  consumidores disponíveis a ultrapassar essa objecção, desde que o produto seja mais barato, claro está. Afinal , qual o consumidor que dirá não a uma poupança na ordem dos 100 euros? E se tudo lhe correr bem qual vai ser a primeira loja onde se deslocará com vista a adquirir o próximo produto? Parece simples, não é?</p>
<p>Aos poucos, são cada vez mais as lojas online a nível europeu (já não falo tanto das americanas, devidos aos impostos que são necessários liquidar por se tratar de uma importação fora da Zona Euro) que apostam na sua distribuição em Portugal. Veja-se o caso da nossa vizinha Espanha, que conta com um mercado superior a 40 milhões de consumidores, distribuir em Portugal, com 10 milhões, representa aproximadamente mais 25% de mercado potencial e com um custo de distribuição acrescido bastante baixo.</p>
<p>Se actualmente, só algumas lojas o fazem, com o evoluir do negócio e das gerações, no futuro, a compra será realizada unicamente através do online,pois as empresas contarão com a experiência adquirida ao longo dos anos que lhes permitirá optimizarem-se de modo a praticarem os preços mais baixos e a terem um nível de serviços muito bom.</p>
<p>Assim, é essencial que as empresas portuguesas acordem para esta questão, para daqui a 10 anos, não aparecerem na televisão a dizer que necessitam de subsídios, pois não conseguem competir com os preços das empresas europeias que entrem pelo nosso mercado, sem darem a mínima hipótese de competição, pois nessa altura, além dos preço, terão todo um know-how adquirido ao longos dos anos que dificilmente será se poderá acompanhar.</p>
<p>Partilhando aqui duas experiências pela qual passei, na compra de uma máquina fotográfica e de uns dvd’s, em duas situações distintas e em sites europeus (um francês e outro espanhol, respectivamente). O da máquina fotográfica, mais recente, permitiu uma poupança na ordem dos 230 euros, que só por si justificava a compra naquele site e, se é verdade que se tratava de um preço promocional, posso acrescentar que, ainda assim, o valor sem promoção, era 150 euros inferior ao praticado em Portugal. Se adicionarmos a isto, o preço pago pela entrega, 9 euros, que permitiu a entrega em “mãos” em 24 horas, com possibilidade de seguir a cada momento a localização da encomenda , rapidamente percebemos que é um realidade a que não estamos em Portugal. Adquiri este artigo na <a title="Visite o site da Pixmania aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.pixmania.com');" href="http://www.pixmania.com/pt/pt/home.html" target="_blank">Pixmania</a>.</p>
<p>Se é verdade que poderia adquirir esta máquina num site português, também é verdade que teria de desembolsar mais 230 euros e a entrega, no caso de ser feita via CTT, seria cobrado sensivelmente o mesmo valor, no entanto com o agravamento da encomenda só me ser entregue, no mínimo, três dias depois, e caso não estivesse em casa, teria de me deslocar ao posto dos correios mais próximos para ir levantar a encomenda. Será isto uma alternativa? Certamente não.</p>
<p>No caso dos DVD’s, comprei 3 DVD’s, agora em Espanha (o site foi o da <a title="Veja aqui o site da DVDgo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.dvdgo.com');" href="http://www.dvdgo.com/" target="_blank">DVDgo</a>), e embora também a preço promocional, permitiu-me uma poupança na ordem dos 14 euros cada, num total de 42 euros, paguei 5 euros pela entrega em “mãos” em 24horas, e com cobrança contra-entrega.</p>
<p>De facto, são poupanças consideráveis e com um nível de serviço imbatível.</p>
<p>Posso então concluir que, é urgente que as empresas “integrem” este canal de distribuição, que se deêm a conhecer, que exponham os seus produtos nesta montra virtual e que, dentro da medida do possível, pratiquem preços diferentes entre a sua loja fisíca e a sua loja virtual, com vantagens para esta última, não para que permitam ao consumidor interiorizar uma vantagem ao comprarem online, mas também para que possam ir adquirindo o know how e assim se prepararem para o ataque que virá da europa, afinal, já somos 25.</p>
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